O ritmo da vitória

NÃO DÁ PARA IMAGINAR

Nem mesmo a mais sábia das pessoas consegue descrever nem prever o tamanho dos benefícios do Nam-myoho-rengue-kyo e do Gohonzon.

O presidente Ikeda orienta: “Os benefícios do Gohonzon são infinitos e ilimitados e, portanto, impossíveis de serem completamente explicados” (BS, ed. 1.525, 28 set. 1999, p. 4).



MELHOR QUE ENTENDER É COMPROVAR

Ainda bem que o objetivo do budismo não é explicar a origem dos benefícios e sim fazer você conquistar e usufruir dos benefícios.

ENERGIA NOVA

Todos os dias, ao abrir o oratório e recitar Daimoku, faça nascer o sol da esperança e fique cheio de expectativa de quais serão os benefícios do dia. Criar um ritmo constante de Daimoku é abrir portas ainda intocadas, é renascer a todo momento com a fresca energia vital de um recém-nascido.

ESTRATÉGIA

Não tente “explicar” ao Gohonzon como quer que as coisas aconteçam. A estratégia é recitar Daimoku inspirado na confiança de que não há beco sem saída, tendo o coração seguro e certo de que “minha vida é Nam-myoho-rengue-kyo; o Nam-myoho-rengue-kyo é tudo!” (BS, ed. 1.535, 11 dez. 1999, p. 3).

COMEÇA AGORA

Ore a cada instante com mais certeza de vitória: “de pensamento em pensamento jamais alimente a dúvida” (Sutra de Lótus, 25, 306). O presidente Ikeda completa: “Comece agora, comece do zero e comece do seu jeito”.

FÉ SEM LIMITES

Outro detalhe importante: os benefícios são ilimitados porque dependem da fé. Isso é ótimo, pois não há limites: a cada momento é possível aumentar, recriar, aprofundar a fé.

É SIMPLES

Budismo é simples de entender: quanto mais se pratica mais você rompe a inércia e provoca coisas surpreendentes.

AOS NOVATOS

Para quem começa, o presidente Ikeda mostra uma perspectiva sensacional:

“Nós recebemos maravilhosos benefícios quando abraçamos pela primeira vez a fé e observamos que nossos sofrimentos mais próximos estão sendo resolvidos sem falha” (BS, ed. 1.559, 10 jun. 2000, p. 3).

DE INICIANTE A VETERANO

O tempo passa. A fé se aprofunda cada dia mais. Cada Daimoku é feito com mais alegria e confiança. Cada atividade, realizada com mais vigor e criatividade. Leituras, desafios, incentivos — o passar do tempo deixa mais empolgante a prática budista.

NOSTALGIA

É incoerente um membro da SGI com muitos anos de prática lembrar com nostalgia que “no começo os benefícios jorravam”. Algo estranho aconteceu no caminho.

NÃO HÁ ROTINA

O antídoto é começar todo dia do zero. Isso é fé! Isso é Nam-myoho-rengue-kyo: não há monotonia, não há medo, não há rotina — cada instante é uma novidade e cada benefício, um recomeço para outro ainda maior.

BENEFÍCIO

E qual o benefício real de praticar o Budismo Nitiren na SGI? São dois. O primeiro é aparente (vitória pessoal, financeira, familiar, social, no trabalho).

REVOLUÇÃO HUMANA

O segundo (e mais importante) é a vitória interna chamada revolução humana. É empolgante a perspectiva que se abre:

BENEFÍCIO AINDA MAIOR

“Quando nos aprofundamos na fé com a convicção advinda dos benefícios da experiência inicial, recebemos benefícios incomparavelmente maiores que os que recebemos no início. Esse é o benefício da vitalidade que floresce por completo. Essa é a revolução humana. Nossa vida se revoluciona. Nós nos tornamos mais fortes e vigorosos. Em vez de sermos controlados e jogados de lá para cá pelas dificuldades, desenvolvemos uma força capaz de encarar o sofrimento e vencê-lo com tranquilidade” (Ibidem).

TUDO!

Quem recita com alegria o Nam-myoho-rengue-kyo sempre começa do zero com fé renovada e revoluciona tudo. O mestre diz que não há o que temer:

OS BENEFÍCIOS DO MESTRE

“Jamais tenha medo nem reclame e nem lamente de sua situação. Ao contrário, tenha uma fé brilhante e vigorosa. Então, a ilimitada força do benefício da Lei Mística flui em sua vida. Sempre propaguei o Budismo Nitiren [Chakubuku] e protegi a Soka Gakkai mesmo quando enfrentávamos todos os tipos de perseguições e obstáculos. Como resultado, recebi benefícios verdadeiramente imensos de minha prática ao Gohonzon” (Ibidem).

AINDA NÃO É NADA

Se a prática budista tem lhe trazido muitos benefícios, saiba que ainda não é nada perto do poder do Gohonzon. Aprofunde a fé e esteja aberto para tudo de excepcional que ainda vai acontecer.

PARECE QUE NINGUÉM QUER!

“Apesar desse maravilhoso estado de vida estar disponível para todos, parece que muitas pessoas não o querem! Ao contrário, elas parecem se contentar com o benefício imediato quando, de fato, estão cheias de desejos infinitos! E se ficam sujeitas ao menor insulto, começam a duvidar do Gohonzon! Orar com dúvida é o mesmo que tentar manter água dentro de uma banheira com o ralo aberto. Toda a sua boa sorte e benefício desaparecem” (Ibidem).

EU QUERO!

Ao ler a frase acima, decida: “Eu quero! E farei o que for necessário para isso”.

PRINCIPAL PONTO

Qual o ponto-chave que não deixa a prática cair na rotina? É estar sempre conectado ao mestre e isso quer quer dizer orar Daimoku e fazer Chakubuku — cada dia com mais alegria. Leia ao lado um trecho da Nova Revolução Humana sobre o ritmo da vitória.

Gongyo e Daimoku todo dia e um Chakubuku por mês

Jossei Toda, em 1953, orientou com clareza:

— Assumo um compromisso com vocês aqui hoje reunidos.

— Desejo que todos estejam plenamente dispostos e realizem o Gongyo de manhã e à noite sem falhar. E realizem Chakubuku para uma pessoa a cada dois meses, também sem falhar.

— Quem tem problemas deve ter ações claras. O budismo é um confronto de vitória ou derrota com máxima seriedade. Se pôr em prática o que eu disse e por acaso não obtiver resultados, eu lhes ofereço minha vida!

Uma integrante da Divisão Feminina perguntou:

— Posso me tornar verdadeiramente feliz se recitar Daimoku e realizar o Chakubuku?

Jossei Toda respondeu:

“Sem dúvidas, pode! É uma afirmação do presidente Toda da Soka Gakkai!”

Em todas as partes do Japão, ele proferia esse tipo de orientação. Às vezes dizia: “Chakubuku para uma pessoa por mês”.

Mas realizar o Chakubuku para uma pessoa por mês ou uma pessoa a cada dois meses não é uma tarefa fácil.

Um bom caminho é explanar o budismo pelo menos para todas as pessoas de seu convívio. Este era o brado da alma de Jossei Toda; ele deixava claro que era necessário viver permanentemente pela realização do Chakubuku.

Aquela senhora disse: “Eu transformarei meu destino, uma pessoa que vive os dias sofrendo com problemas!”.

Ela visitou as pessoas conhecidas da vizinhança e falou do budismo. As pessoas ficaram impressionadas, pois estavam acostumadas com uma a mulher sempre com aspecto sombrio e cabisbaixa.

Ela não apenas fazia visitas como dedicava todo o seu ser para falar da aprática da fé:

“Haverei de superar todos os meus problemas sem falta por meio do budismo. É uma prática impressionante!”


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